terça-feira, janeiro 27, 2004

"Cada um vê a sua borboleta."

Cada pessoa vê/percebe a realidade de uma maneira própria. Quem determina a consciência
do passar do tempo é o próprio cérebro, a mente. No MAIS! da Folha de domingo
saiu um artigo muito interessante do Marcelo Gleiser, falando sobre isto. Isto explica então os
saltos do tempo que temos de vez em quando. Ou mesmo a sensação que uns dias
são mais compridos que outros. Nada a ver com a relatividade do tempo de Einstein e sim com
a percepção dos estímulos externos que recebemos incessantemente.
Lendo o artigo me lembrei de esta consciência tem que ser assim mesmo. Se não fosse a mente controlando como iríamos dormir? Já pensou como é dormir tendo idéia de que o tempo está
passando? Nem cochilando de leve isto é possível.

Bom, a madrugada segue com passos calmos.

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