terça-feira, março 02, 2004

Nov...
nada há de novo.
O que eu fiz ninguém quer saber. Os nossos pensamentos não pertençem nem servem à ninguém.
Qual foi a primeira coisa que pensei esta manhã? Outro sonho estranho, desta vez com morte.
Não há explicação aparente, não há lógica visível. Voar sobre águas, inconsequências, escuridão
e desorientação. Não tive tempo nem de "digerir" o sonho da outra noite. Como explicar quando
se reencontra alguém que não existe e nem havia sido visto antes? Ela se lembrava de mim.
Eu não.

Eu não entendo.
Me dizem isto, mas quem disse que precisamos ser entendidos? Quem quer ser entendido?
O que sei e é certo, todos querem ser amados, de alguma maneira e do jeito que são.
Isto nada tem a ver com os sonhos. Nem precisa ter. Voltemos à eles.

Estava entre várias pessoas que estavam num quintal ou uma área aberta, um moleque começou a
me irritar e corri atrás dele para lhe falar asperamente. Nisto dou de frente com uma senhora negra,
que pareceu-me ser mãe ou parente do menino, e ela me cumprimentou e perguntou de mim.
Reclamou porque naquele ano não a cumprimentei pelos parabéns, como eu havia feito no ano passado.
Fiquei sem jeito e dei uma desculpa enrolada.

Até agora não entendi isto.


0 comentários:

Postar um comentário

<< Home