terça-feira, outubro 25, 2005

Quase Poema, Uma Noite de Outubro.*

Durante a madrugada, os trens ficam vazios.
Quase nada se move além dos próprios carros,
as máquinas estão em lento movimento.

Há sombras, pouca luz e nada mais.

A paisagem move-se com lentidão,
na chegada da aurora o comboio solitário
é manobrado para a estação.



*a partir de poema de Mário Quintana

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