Quase Poema, Uma Noite de Outubro.*
Durante a madrugada, os trens ficam vazios.
Quase nada se move além dos próprios carros,
as máquinas estão em lento movimento.
Há sombras, pouca luz e nada mais.
A paisagem move-se com lentidão,
na chegada da aurora o comboio solitário
é manobrado para a estação.
*a partir de poema de Mário Quintana
Quase nada se move além dos próprios carros,
as máquinas estão em lento movimento.
Há sombras, pouca luz e nada mais.
A paisagem move-se com lentidão,
na chegada da aurora o comboio solitário
é manobrado para a estação.
*a partir de poema de Mário Quintana
0 comentários:
Postar um comentário
<< Home