Fragmento de Inverno
A noite gelada estende seu manto negro sobre a terra.
Mais um copo, sem mais palavras.
Devaneios multicolores escorrendo pela parede.
Achei que vi alguém
vi pelo espelho, só a luz do isqueiro.
Tanto frio nas narinas que nem
a fumaça sinto mais.
Nenhum sorriso vejo mais
Embaçados, meus olhos ardem.
Quem me dera ardessem de paixão.
*manuscrito sem data, parte do original nem consegui decifrar mais.
Mais um copo, sem mais palavras.
Devaneios multicolores escorrendo pela parede.
Achei que vi alguém
vi pelo espelho, só a luz do isqueiro.
Tanto frio nas narinas que nem
a fumaça sinto mais.
Nenhum sorriso vejo mais
Embaçados, meus olhos ardem.
Quem me dera ardessem de paixão.
*manuscrito sem data, parte do original nem consegui decifrar mais.
Marcadores: blues, inverno, literatura, música, poesia, poetry, Porto Alegre
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